Sempre tivemos muitos gatos, pois nossa mãe gostava muito deles e muitas vezes adotava os bichinhos que eram largados perto de casa.
Gostávamos muito de pescar, e o fazíamos quase que diariamente, primeiro, por prazer e segundo, para dar peixinhos aos nossos gatos, que adoravam este petisco.
Todos os gatos ficavam muito atentos ao nosso redor, cada um querendo ser o primeiro a receber o prêmio, isto é, o peixinho, um lambari.
Em geral, usávamos como anzol, um alfinete dobrado, para não haver perigo de nos fisgarmos. Porém, quando o peixinho puxava, ao arremessá-lo para fora, ele logo caía do anzol e assim sempre parava na boca da gata "Miti", a mais veloz, que saltava e o apanhava ainda no ar. Por isso os outros gatos sempre eram logrados, pois quase não sobrava peixinhos para eles.
Um dia resolvemos trocar nossos anzóis de alfinete, por anzóis verdadeiros, aqueles com fisga, para que o peixinho não caísse mais do anzol e nós pudéssemos dar aos outros gatos também.
Mas, no primeiro peixe pescado, a gata, como sempre, pulou e o pegou no ar, devorando-o com o anzol, que ficou encravado na língua dela. Foto ilustrativa
Aí eu tinha uma gata no meu caniço! Foi um tremendo alvoroço: eu não soltava o meu caniço e a gata presa nele, puxando e gritando como doida. Os outros gatos todos, também começaram a gritar, querendo avançar em mim para defender a matriarca deles.
Tudo só terminou, quando chegou meu pai e jogou um pano em cima dela, para poder agarrá-la e tirar o anzol.
O resultado foi uma gata com a língua rasgada e nós proibidas de usar anzóis verdadeiros, somente os feitos de alfinetes dobrados.
A mãe distribuindo peixinhos para nossos gatos.
Gostávamos muito de pescar, e o fazíamos quase que diariamente, primeiro, por prazer e segundo, para dar peixinhos aos nossos gatos, que adoravam este petisco.
Todos os gatos ficavam muito atentos ao nosso redor, cada um querendo ser o primeiro a receber o prêmio, isto é, o peixinho, um lambari.
Em geral, usávamos como anzol, um alfinete dobrado, para não haver perigo de nos fisgarmos. Porém, quando o peixinho puxava, ao arremessá-lo para fora, ele logo caía do anzol e assim sempre parava na boca da gata "Miti", a mais veloz, que saltava e o apanhava ainda no ar. Por isso os outros gatos sempre eram logrados, pois quase não sobrava peixinhos para eles.
Um dia resolvemos trocar nossos anzóis de alfinete, por anzóis verdadeiros, aqueles com fisga, para que o peixinho não caísse mais do anzol e nós pudéssemos dar aos outros gatos também.
Mas, no primeiro peixe pescado, a gata, como sempre, pulou e o pegou no ar, devorando-o com o anzol, que ficou encravado na língua dela. Foto ilustrativa
Aí eu tinha uma gata no meu caniço! Foi um tremendo alvoroço: eu não soltava o meu caniço e a gata presa nele, puxando e gritando como doida. Os outros gatos todos, também começaram a gritar, querendo avançar em mim para defender a matriarca deles.
Tudo só terminou, quando chegou meu pai e jogou um pano em cima dela, para poder agarrá-la e tirar o anzol.
O resultado foi uma gata com a língua rasgada e nós proibidas de usar anzóis verdadeiros, somente os feitos de alfinetes dobrados.
A mãe distribuindo peixinhos para nossos gatos.



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