Para encurtar caminho para a venda, passavam por nossas terras alguns vizinhos, que moravam nos fundos delas.
Um destes passantes, quando voltava da venda, estava completamente bêbado. Vinha cambaleando pela rua. Além de nossa casa, ele tinha que atravessar o riacho, por uma pequena ponte, feita de um tronco de árvore. Nós ficávamos à espreita, vendo se ele conseguia passar em linha reta, torcendo para ele cair, o que nunca aconteceu.
Uma brincadeira que fizemos diversas vezes com ele, mas ele sempre caía nela de novo, porque bêbado não se lembra do que faz quando está "alto", era amarrar uma carteira , bem gorda, cheia de papéis parecendo dinheiro, e puxá-la por um fio, quando ele se abaixava, para apanhá-la.
Nós nos divertíamos de montão, vendo ele se abaixar e quase cair, tentando alcançar a carteira, que sempre fugia da frente dele.
Um destes passantes, quando voltava da venda, estava completamente bêbado. Vinha cambaleando pela rua. Além de nossa casa, ele tinha que atravessar o riacho, por uma pequena ponte, feita de um tronco de árvore. Nós ficávamos à espreita, vendo se ele conseguia passar em linha reta, torcendo para ele cair, o que nunca aconteceu.
Uma brincadeira que fizemos diversas vezes com ele, mas ele sempre caía nela de novo, porque bêbado não se lembra do que faz quando está "alto", era amarrar uma carteira , bem gorda, cheia de papéis parecendo dinheiro, e puxá-la por um fio, quando ele se abaixava, para apanhá-la. Nós nos divertíamos de montão, vendo ele se abaixar e quase cair, tentando alcançar a carteira, que sempre fugia da frente dele.
Foto ilustrativa
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