Desde pequena eu sempre fui muito franzina, muito doente, ninguém sabia porquê. Seguidamente tinha vômitos e precisava comer só uns leves mingaus para me alimentar pois quase tudo me fazia mal.
Quando foi época de eu frequentar o 2º ano, com 8 anos, eu não pude ir para a escola. Tive hepatite e sempre estava muito debilitada. Comecei, um ano antes de minha irmã, a ir para a escola, mas como perdi o 2º ano, dali em diante fomos sempre juntas, até o fim do ginásio (fim do 1º grau).
Com dez anos de idade, continuando daquele mesmo jeito, sempre doente, lembro do dia, era um domingo, passei muito mal de manhã. Meus pais tinham ido no culto e minha avó e irmã estavam em casa. Minha avó ficou com muito medo de algo mais grave acontecer e mandou minha irmã ir lá na igreja, chamar meus pais e pedir que trouxessem um médico urgente.
Foi o que aconteceu e o médico logo me carregou para o hospital, onde fui operada às pressas. Constatou apendicite. Disse que o apêndice estava tão grande que estava prestes a explodir.
Lembro até hoje, que tive que ficar 10 dias no hospital e minha avó ficou comigo. Naquela época a anestesia era com éter e o corte fechado com grampos. Após a cirurgia, colocavam em cima da barriga, um saco pesado, acho que, com arreia, para não inchar.
Dei o maior trabalho para a minha avó, pois eu não deixava este peso na barriga, logo o derrubava e minha avó não conseguiu nem descansar, pois sempre tinha que recolocá-lo em cima de mim.
Mas, graças a Deus, tudo passou, e daquele dia em diante eu mudei, nada mais me fazia mal, podia comer de tudo e desabrochei como uma flor. Acredito que todos os meus problemas de saúde que sempre tive antes, eram consequência deste meu apêndice doente.
Quando foi época de eu frequentar o 2º ano, com 8 anos, eu não pude ir para a escola. Tive hepatite e sempre estava muito debilitada. Comecei, um ano antes de minha irmã, a ir para a escola, mas como perdi o 2º ano, dali em diante fomos sempre juntas, até o fim do ginásio (fim do 1º grau).
Com dez anos de idade, continuando daquele mesmo jeito, sempre doente, lembro do dia, era um domingo, passei muito mal de manhã. Meus pais tinham ido no culto e minha avó e irmã estavam em casa. Minha avó ficou com muito medo de algo mais grave acontecer e mandou minha irmã ir lá na igreja, chamar meus pais e pedir que trouxessem um médico urgente.
Foi o que aconteceu e o médico logo me carregou para o hospital, onde fui operada às pressas. Constatou apendicite. Disse que o apêndice estava tão grande que estava prestes a explodir.
Lembro até hoje, que tive que ficar 10 dias no hospital e minha avó ficou comigo. Naquela época a anestesia era com éter e o corte fechado com grampos. Após a cirurgia, colocavam em cima da barriga, um saco pesado, acho que, com arreia, para não inchar.Dei o maior trabalho para a minha avó, pois eu não deixava este peso na barriga, logo o derrubava e minha avó não conseguiu nem descansar, pois sempre tinha que recolocá-lo em cima de mim.
Mas, graças a Deus, tudo passou, e daquele dia em diante eu mudei, nada mais me fazia mal, podia comer de tudo e desabrochei como uma flor. Acredito que todos os meus problemas de saúde que sempre tive antes, eram consequência deste meu apêndice doente.
fotos ilustrativas

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